Oyá vivia na beira do rio, ora búfalo, ora senhora. Ela era a própria tempestade.
Oyá, que com seus ventos levou as folhas de Iroko, acabou apaixonada pela bela árvore e foi morar na floresta. Para sempre.
A meu amigo e irmão, filho de Iroko nesse mundo e no outro, a quem Oyá acolheu e prometeu cuidar, que bons ventos soprem sempre verdades em seus ouvidos, e que Iroko dê sabedoria para você separar o joio do trigo.
Muito axé na sua vida, que do resto é fácil cuidar.
Eparrey Oyá! Eró! Iroko i só!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
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